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Deva
Devas.png

Altura Média

1,85 m - 1,98 m

Peso Médio

79 kg - 127 kg

Valores de Atributo

+2 em Inteligência, +2 em Sabedoria

Tamanho

Médio

Deslocamento

6 quadrados

Visão

Normal

Idiomas

Comum, escolha mais dois

Bônus nas Perícias

+2 em História, +2 em Religião

Espíritos imortais encarnações da virtude, nascidos e renascidos numa vida mortal no mundo natural.

Nas profundezas de suas mentes, os devas ainda podem se lembrar do que um dia já foram: servos imortais dos deuses do bem; espíritos que escolher se prender ao mundo na carne. Por milênios, suas almas renascem para travar uma guerra eterna contra as forças da escuridão. A maioria dos devas é extremamente comprometida com a causa do bem, pois temem o que se tornariam se seguissem o caminho do mal: quando a alma de um deva é corrompida, ele pode renascer como um rakshasa.

Jogue com um deva se você quiser:

  • Ter vagas lembrança de sua conexão com suas milhares de vidas heróicas.
  • Abraçar a causa do bem e buscar a perfeição em tudo o que fizer.
  • Pertencer a uma raça que privilegia as classes vingador, clérigo, invocador e mago.

Aparência físicaEditar

A aparência dos devas é muito similar a dos humanos, mas com uma beleza quase celestial e uma quietude misteriosa. São quase tão altos quanto os draconatos, mas muito mais esbeltos.

A coloração dos devas é mais distinta que a dos humanos. Eles possuem padrões claros e escuros na pele. As partes claras são brancas como giz e as escuras variam do azul ou do púrpura até o cinza escuro ou negro. Num indivíduo, a parte clara ou escura pode ser dominante, com o tom oposto aparecendo em padrões elegantes na face, tórax e ombros. O cabelo de um deva costuma ser da mesma cor dos padrões de sua pele.

Quando descansam, sentados ou em pé, os devas permanecem quase totalmente parados, exceto por um ocasional piscar de olhos. Eles não se movem ou mudam de posição e seus olhos só são movimentados quando eles estão analisando algo ativamente.

Os devas não podem ter filhos. Quando um deles morre, seu espírito reencarna num novo corpo já adulto, que aparece em algum local sagrado, como um pico de montanha, a delta de rio ou um oásis no deserto. O novo deva retém fragmentos de sua vida passada, mas apenas o bastante para falar e entender alguns idiomas e oferecer as orações apropriadas para os deuses do bem.

Aspectos raciaisEditar

Majestade Astral: Os devas recebem +1 de bônus em todas as defesas contra ataques realizados por criaturas sangrando.
Resistência Astral: Os devas têm resistência vs. Necrótico e Radiante igual a 5 + metade do nível do personagem.
Origem Imortal: O espírito desta raça é nativo do Mar Astral, portanto os devas são considerados criaturas imortais para efeitos relacionados à sua origem.
Memória de Mil Vidas: Os devas recebem o poder Memória de Mil Vidas.

Trilhas exemplares raciaisEditar

Jogando com devasEditar

Devas são refinados e educados. Eles seguem os mais altos padrões morais, mas não desvalorizam a violência justificada. Eles acreditam que a busca do bem é uma eterna guerra contra as forças do mal, personificadas pelos rakshasas, demônios, diabos e os deuses malignos e seus anjos lacaios. Eles também travam batalhas em seus corações, mantendo-se sempre vigilantes contra o mal que possa dar frutos em seu âmago, transformando-os nas próprias criaturas que eles tanto desprezam.

Por se lembrarem, ainda que de maneira fragmentada, de suas vidas no Mar Astral na companhia dos deuses, a maioria dos devas se devota e adora os deuses do bem, especialmente Bahamut, mas também Moradin e Pelor. Eles buscam atingir uma conexão pessoal com os deuses em vez de se aproximarem deles através de templos ou sacerdotes.Eles os reverenciam durante as refeições em seus lares, deixando um lugar à mesa sempre vago, e buscam através de meditação e da oração, se tornarem mais como os deuses que servem. Devas aventureiros costumam ser vingadores, clérigos e invocadores, que apreciam o contato com o poder divino que flui através de seus corpos sem intermediário algum.

Devas não contam com cidades ou uma sociedade própria e são tão poucos que um deva poderia passar uma vida inteira sem sequer encontrar outro de sua raça. Eles vivem entre outras raças e, em alguns casos, adotam os maneirismos delas. Entretanto, todos os devas recordam de elementos da vida que tiveram antes de sua encarnação e do início do seu ciclo de renascimento e, sendo assim, compartilham de alguns elementos culturais como vestimenta, religião e costumes. Eles preferem roupas finas de seda, armaduras de metal polido com ornamentos nos ombros que imitam asas e elmos ou adereços para a cabeça semelhantes a coroas e halos. De maneira geral, os devas preferem viver de maneira simples, sem muitas extravagâncias.

Características dos Devas: Dedicado, devotado, elegante, esclarecido, espiritualizado, íntegro, introspectivo, místico, pensativo, refinado
Nomes Masculinos: Adiah, Ansis, Ayab, Bavak, Beriah, Eben, Elyas, Galad, Gamal, Riyal, Iannes, Kerem, Mahar, Marach, Mathas, Natan, Nehem, Oris, Raham, Ronen, Samel, Sered, Tavar,Vered, Zachar
Nomes Femininos: Abea, Adara, Asha, Chana, DaneI, Darah, Davi, Elka, Eranah, Rania, Rava, Idria, Isa, Jael, Kana, Kayah, Lihi, Mahel, Marek, Noma, Navah, Paziah, Ravah, Riya, Sada, Shara, Tirah

Aventureiros devasEditar

Três exemplos de aventureiros devas são descritos abaixo:

Galad é um deva mago que acredita que o objetivo de sua existência é alcançar o conhecimento perfeito do universo. Ele acredita que seu poder arcano é uma manifestação de tudo que aprendeu ao longo de suas vidas passadas e que nesta vida, ou talvez na próxima, ele irá atingir o domínio perfeito e se transformar em um semideus, libertando-se do ciclo de reencarnações.

Eranah é um invocador que utiliza o poder de Bahamut. Assim como seu deus combateu Tiamat quando o mundo era jovem, Eranah acredita que sua tarefa nesta encarnação é lutar contra dragões malignos e crias dracônicas que poluem o mundo. Palavras de poder ressoam em sua mente como ecos da voz do Dragão de Platina quando ela invoca sua fúria contra seus inimigos.

Raham é um xamã que aceitou sua vida no mundo natural, abandonando todos os preceitos de sua existência astral anterior. Os espíritos primitivos do mundo são seus patronos e aliados, não os deuses que ele deixou para trás. Raham considera seu renascimento eterno como parte do ciclo da natureza e não deseja escapar dele.

ReferênciasEditar

  1. D&D 4º edição - Livro do Jogador 2

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